Magic Grippers
Automação de pick-and-place em linha de embalagem de cosméticos com Magic Grippers


Visão Geral:
Uma fabricante de cosméticos de médio porte com linha dedicada ao envase e embalagem secundária de frascos de vidro e PET enfrentava dois problemas simultâneos: alta taxa de quebra de frascos no manuseio manual (2,1% de perdas por turno) e gargalo de produção na etapa de pick-and-place para inserção dos frascos nas caixas de transporte. A operação exigia quatro colaboradores por turno na célula de embalagem, com cadência limitada a 18 caixas/minuto. O crescimento da demanda tornava a expansão da capacidade urgente sem aumentar o headcount.
Abordagem:
A DLS Automação projetou a integração de três Magic Grippers VMECA série MC25 em braços robóticos SCARA já existentes na planta. O MC25, com mini cartucho premium de dois estágios e nível de vácuo de -94,5 kPa, foi selecionado pela combinação de compacidade — essencial para o end-effector do SCARA — e pelo nível de vácuo capaz de segurar com segurança tanto frascos de vidro (até 380 g) quanto frascos PET leves (42 g), sem necessidade de trocar a garra entre formatos. O sistema all-in-one eliminou a necessidade de gerador externo, filtros e mangueiras, reduzindo a inércia do end-effector em 340 g. O comissionamento incluiu treinamento da equipe de manutenção para troca autônoma dos Magic Grippers sem chamado técnico externo.
Especificações técnicas do sistema instalado:
Modelo: Magic Gripper MC25 (3 unidades por célula)
Nível de vácuo: -94,5 kPa (maior da linha MC)
Cartucho: Mini Premium VMECA 2 estágios
Peso do gripper: 68 g (redução de 340 g vs. solução anterior)
Compatibilidade: Frascos de vidro (60–380 g) e PET (42–220 g)
Integração: Braços SCARA existentes, sem substituição de robô
Resultados:
A velocidade de ciclo passou de 18 para 61 caixas/minuto na célula automatizada — aumento de 3,4×. As quebras por manuseio foram eliminadas (0% nas primeiras 12 semanas de operação). A operação manual passou de quatro para um colaborador por turno na célula, com os três colaboradores realocados para outras etapas da linha. O payback do projeto foi atingido em 11 meses, com economia projetada de R$ 1,2 milhão nos 3 anos seguintes entre redução de perdas, retrabalho e custo de mão de obra direta.
3,4×
Aumento de velocidade de ciclo
0
Quebras por manuseio (era 2,1%)
11 meses
Payback do projeto

